O Ouroboros, a serpente que devora a própria cauda, é um dos símbolos mais conhecidos da alquimia. Neste artigo, conheça sua história, suas relações com ciclo, transformação, regeneração e unidade e aprenda a interpretar o símbolo dentro do contexto dos emblemas alquímicos.
O pelicano é um dos símbolos mais interessantes da iconografia alquímica. Sua história passa pelo simbolismo medieval do sacrifício e chega à alquimia, onde pode representar um recipiente, circulação, nutrição, elixir e diferentes processos de transformação.
A alquimia não surgiu de um único lugar ou pelas mãos de um único fundador. Sua tradição ocidental formou-se gradualmente no mundo greco-egípcio e recebeu importantes contribuições do mundo bizantino, islâmico e europeu.
A famosa frase “o que está em cima é como o que está embaixo” vem da Tábua de Esmeralda, um dos textos mais importantes da tradição hermética e alquímica. Neste artigo, investigamos sua origem, seu contexto e as diferentes interpretações que recebeu ao longo da história.
Hermes Trismegisto é uma das figuras mais importantes da tradição hermética. Neste artigo, conheça sua origem, a associação entre Hermes e Thoth, sua relação com o Corpus Hermeticum, a alquimia e o Renascimento — distinguindo a figura lendária das evidências históricas.
A Pedra Filosofal é um dos maiores símbolos da alquimia. Neste Caderno de Estudos, conheça sua origem, seus significados históricos e sua relação com a Grande Obra e a tradição hermética.
Solve et Coagula é uma das expressões mais conhecidas da alquimia. Neste Caderno de Estudos, conheça sua origem, significado e a importância desse princípio para a Grande Obra e a tradição hermética.
Alquimia, Hermetismo, Magia e Química compartilham parte de sua história, mas possuem objetivos e métodos distintos. Neste artigo, conheça suas origens, diferenças e pontos de encontro para compreender a tradição alquímica com maior clareza.