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Quanto estamos dispostos a abrir mão do que somos em prol do que podemos ser?

Quanto estamos dispostos a abrir mão do que somos em prol do que podemos ser?

Queremos mudar, buscamos crescimento. Mas, quanto estamos dispostos a abrir mão da nossa zona de conforto em prol disso?

Quanto estamos dispostos a abandonar — pessoas, hábitos e coisas — para nos transformarmos em quem podemos ser?

Esses dias, assistindo a uma palestra da Mônica Medeiros, fui pega de surpresa quando ela fez essa indagação. E isso me trouxe muitas reflexões.

Zona de conforto x evolução

Um dos maiores empecilhos no caminho da evolução com certeza é nossa negativa em sair da zona de conforto. A maioria de nós, habituados a viver sob a influência de diversas crenças, na maioria das vezes reluta quando somos convidados a mudar.

A grande questão é que evoluir sempre vai nos colocar diante de mudanças. E então, estamos dispostos?

Quando nossa centelha divina começa a brilhar nossa vida vai, inevitavelmente, mudar. Para entrar em fluxo com o Todo, nós vamos ter que amar.

E cá para nós… não estamos acostumados a amar. É aí que a maioria recua e resisti. Temos medo de viver com base no amor.

Infelizmente, é preferível viver na dor, desde que não seja necessário amar. Assim, ficamos na nossa zona de conforto, mesmo que ela nos faça sofrer.

Quem é que nunca teve medo de arriscar-se em um novo empreendimento? Ou relacionamento? Ou viagem? Tudo o que é desconhecido costuma causar estranheza nas pessoas.

É por isso que a morte é tão horripilante para nós!

Ela é o maior “desconhecido” que as pessoas julgam. Ela só causa horror porque a pessoa não sabe — ou não acredita — que há vida após a morte.

Quando nossa humanidade finalmente crer que a morte é só uma passagem, sem sombra de dúvidas, não haverá motivo para temer.

E aí, tá disposto a abrir mão?

Eis a grande pergunta e que exige uma resposta à altura. Você quer saúde, felicidade, prosperidade, sucesso… tudo de bom. Mas, está disposto a trabalhar por essas coisas?

Você quer passar em um concurso público. Mas, está disposto a abrir mão do lazer, do futebolzinho no final de semana e da balada?

Você quer evoluir moralmente e espiritualmente. Está disposto a fazer as mudanças necessárias e enfrentar as forças opostas a essas mudanças?

Só você que sabe. A única coisa que posso dizer é que sem abrir mão da zona de conforto, permaneceremos no mesmo lugar. E se ele fosse bom, não estaríamos querendo mudar.

 

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Sobre o Autor

Lidiane Franqui
Lidiane Franqui

Eu tenho uma missão e quero cumpri-la com amor e paciência. Cada texto ou reflexão minha é parte dessa missão e eu vos convido a fazer parte dela.

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