Resistir é sofrer!

resistir é sofrer

O estudo da Mecânica Quântica nos leva inevitavelmente a um novo paradigma, a uma nova maneira de viver.

Se estamos buscando crescimento em todas as áreas da vida, pedindo mais conhecimento acerca dos assuntos ligados à espiritualidade e ao novo modelo de realidade em que tudo emerge da consciência e não da matéria, é comum o choque de realidade.

A maioria de nós passou a vida inteira seguindo condicionamentos de limitação. Nossos pais, parentes e amigos — na maioria das vezes acreditando que estavam nos protegendo — colaboraram para que crescêssemos com medo. Mais que isso, para que nos enquadrássemos em uma matriz de controle em que podemos muito pouco e onde nossa criatividade é anulada.

Sendo assim, quando nos deparamos com conceitos novos, em que uma nova forma de vida é apresentada, oposta ao que acreditamos ser o “certo” desde então, puxamos o freio. É aí que vem a dor.

Resistir é sofrer

Muitos de nós acreditamos que é a mudança que dói, mas não se engane: o que causa sofrimento é a resistência à mudança. O ego, acostumando na zona de conforto, não quer sair dela e, assim, acabamos não dando oportunidade para que novas ideias e oportunidades apareçam.

A resistência é um grande problema e, no que se referência à expansão de consciência, pode ter resultados ainda mais complexos. Vejamos um exemplo comum:

Você começou a estudar Mecânica Quântica — ou outra coisa que leva à saída da zona de conforto e a uma nova forma de pensar ou ainda quando você assiste às palestras do Hélio Couto.

Nesse caso, a expansão de consciência é enorme e você perde a desculpa de “que não sabia” e passa a ter conhecimento sobre determinado assunto.

É ai que vem a questão: não dá mais para justificar sua inércia pela falta de conhecimento. Foi nesse sentido que Jesus disse que “àquele que mais é dado, mais é cobrado”. Você não pode mais alegar ignorância.

O que esperar de alguém que agora tem conhecimento sobre determinado assunto? Que essa pessoa utilize esse conhecimento, certo?

Quando descobrimos que estamos vivendo uma verdadeira revolução de ideias, em plena transição planetária e que estamos vendo Ciência e Espiritualidade explicando, juntas, conceitos até então relegados ao misticismo, percebemos que é hora não só de acordar, mas de agir.

No entanto, diante disso tudo, o que muitas pessoas fazem? Elas resistem. Dizem: “não, isso dá muito trabalho. Aqui na zona de conforto tá bom“. Outras falam: “deixa para outra vida“. E por aí vai.

Você tem livre arbítrio

É verdade que o Todo nos deu livre arbítrio, então, temos direito de adiar, de deixar para daqui a umas mil vidas. E ninguém deve julgar. Somos livres e ponto.

Mas, uma coisa deve ser lembrada: vai doer. Quando temos conhecimento, somos cobrados, lembra? E não é Deus que cobra não! É nossa consciência.

Uma conhecida minha sempre dizia: “quando a gente tem conhecimento das coisas espirituais, nunca mais peca em paz“. O professor Hélio Couto sempre diz nas palestras que a resistência cria antimatéria. Sabe o que é isso? Doença.

Então, meus amigos, ninguém interfere no nosso direito de “fingir que não é com a gente“. Ninguém pode nos culpar ou julgar. A responsabilidade é toda nossa.

Se queremos continuar do que jeito que tá, mesmo sabendo que tem outro caminho. Voilá. É a nossa escolha. Mas, vai doer e muito!

O corpo vai reclamar, as relações continuarão vazias, a vida vai permanecer sem significado. Digo isso porque essas são as maiores reclamações que as pessoas fazem.

Muitas vezes queremos resolver um problema desta dimensão, sem saltar para uma mais alta. Como Albert Einstein disse: “Nenhum problema pode ser resolvido pelo mesmo nível de consciência que o criou“.

Entendeu?

É preciso se elevar, crescer, subir outro degrau. Não adianta querer que as coisas mudem ficando no mesmo lugar, pensando as mesmas coisas e vivendo do mesmo jeito.

A vida pede mudança, crescimento. Não vamos perder mais tempo.

Sugestão de leitura: Se você assistiu/ leu O Nosso Lar e não ficou preocupado, não entendeu nada!

Entendendo o experimento da Dupla Fenda

Ao adentrar no campo de estudo da Mecânica Quântica, nos deparamos com um experimento chamado Dupla Fenda, feito há mais de duzentos anos pelo físico Thomas Young.

Afinal, o que o experimento da dupla fenda tem de tão importante?

Antes de entendermos a dupla fenda, vale a pena destacar que a física clássica — que estudamos na escola e até então a comunidade científica em peso tem como certa e única — vem sendo sacudida por uma série de descobertas, abrindo espaço para um novo campo de estudos — que é a Mecânica Quântica.

Apesar do assunto ser a moda do momento, muita gente pode deixar de entender o que realmente ele significa e como pode nos ajudar.

De um lado um grupo de físicos que acreditam nas teorias quânticas lutando para serem ouvidos, de outro a comunidade científica torcendo o nariz para admitir a veracidade dessas teorias e, por fim, de outro, diversas pessoas que estão indo na onda do momento, mas que não sabem, de fato, o que tudo isso significa.

E nós, de que lado estamos?

Estamos buscando conhecimento, tentando entender não só a “física da coisa”, mas de que forma ela interfere no nosso dia a dia.

Para que compreendamos melhor, acho prudente abordar diversas questões, para que o experimento da dupla fenda seja entendido com maior facilidade.

Vamos começar analisando o paradigma atual, que está alicerçado em uma visão de mundo onde a matéria origina tudo. É o chamado paradigma materialista — também conhecido como cartesiano-newtoniano. Isso se deve ao fato de que ele está baseado na Física Clássica e nas ideias de Isaac Newton e René Descartes.

Então, vivemos em um modelo de realidade que dividiu o mundo em mente e matéria, em que o primeiro está no domínio da religião e o segundo no domínio da ciência. Foi a partir disso que crescemos acreditando que ciência e espiritualidade não se misturam e assim será sempre.

Então veio a Mecânica Quântica, com suas esquisitices, com seus elétrons que podem ser onda e partícula ao mesmo tempo, com objetos quânticos que interferem no comportamento um do outro mesmo a longas distâncias, com sua característica probabilística e finalmente, com a ideia de que tudo é energia e não matéria.

Tudo, tudo! Sofá, parede, árvore, cachorro, gato, eu, você. Tudo é energia em movimento vibrando em determinada frequência.

Isso mesmo! Percebeu o terremoto que isso causa no paradigma atual?

Tudo é energia, e o que isso significa?

Foi Max Planck que descobriu que a energia não é algo contínuo e sim pequenos pacotinhos, que ela é quantizada, ou seja, que não apresenta valores contínuos.

Foi a partir daí que a natureza da matéria começou a ser estudada com mais atenção e o resultado foi: no fundo, toda a matéria é na realidade energia. 

Esse era só o começo de uma revolução que até hoje está sacudindo o mundo e deixando de cabelo em pé principalmente os físicos. Inclusive, um deles foi Albert Einstein, que preferiu não ir adiante e ficou nos conceitos que poderia determinar.

E o Experimento da Dupla Fenda?

O experimento de Young chegou a mais uma conclusão esquisita aos olhos dos físicos: o mesmo elétron está em mais de um lugar ao mesmo tempo.

Isso quer dizer que, quando ninguém está olhando, ele está probabilisticamente em qualquer lugar do espaço. Estranho, não? Mas é isso mesmo.

Pelo Experimento da Dupla Fenda o elétron pode se comportar como onda e partícula ao mesmo tempo e que o ato de observá-lo muda o seu comportamento. É tanta estranheza que Einstein denominou de “ação fantasmagórica”.

Tudo bem, mas que utilidade prática isso tem?

experimento da dupla fenda

É aí que surge a grande polêmica e um dos motivos pelos quais a Mecânica Quântica é vista com desdém pelos físicos convencionais.

Segundo as teorias quânticas o mundo não é determinado — como a Física Clássica defende. Ele provável, probabilístico, cheios de infinitas possibilidades.

E, como foi demonstrado no experimento da Dupla Fenda, quem determina as coisas que vão acontecer no mundo quântico (micro) é o observador (a consciência). É ele (ou ela) quem decide se o elétron se comporta como onda ou partícula.

Essa teoria defende a ideia de que a realidade não é determinada. Isso significa que ninguém é vítima das circunstâncias, dos outros, do passado, da falta de dinheiro etc.

Os fatos da sua vida são criados, a partir da sua observação, deste campo de infinitas possibilidades — que é o Universo Quântico.

Como tudo o que existe possui átomos e os átomos respondem à consciência do observador, isso significa que você cria a sua realidade de acordo com o nível de intenção e sentimento que você colocar.

É aí que tudo isso começa a ficar metafísico demais e é onde começa a rejeição. Mas felizmente, alguns físicos — como é o caso do Amit Goswami, Nassim Haramein e Fred Ala Wolf — decidiram continuar estudando os conceitos metafísicos da Mecânica Quântica.

Depois de todos esses conceitos — que podem ter dado um nó na sua cabeça —, o que temos a dizer é o seguinte:

Não faz mais sentido dividir o mundo em material x espiritual. Tudo é uma coisa só. Não faz mais sentido ignorar que a matéria não é o centro de tudo. A consciência é que ocupa este lugar.

A grande questão é que as pessoas estão muito relutantes em ver a ciência discutindo e demonstrando conceitos que eram até então abordados apenas pela filosofia e pela religião.

Mas, nós vamos chegar lá. É só uma questão de tempo!

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Se você assistiu/leu “O Nosso Lar” e não ficou preocupado, não entendeu nada!

O Nosso Lar

Você já deve ter escutado falar no livro (e no filme) O Nosso Lar, obra bastante conhecida de André Luiz e que foi psicografada por Francisco Cândido Xavier.

A obra conta a história do próprio escritor, André Luiz, quando chegou ao mundo espiritual após sua morte no plano físico. Durante a história, vemos o tempo em que ele esteve no umbral até ser acolhido e levado para a colônia espiritual Nosso Lar.

Se você leu ou assistiu, sabe muito bem como se passou a história. Então, não preciso detalhar aqui do que se trata. O grande motivo que nos levou a escrever este texto é outro: o que a vivência de André Luiz no mundo espiritual — principalmente no umbral — revelou para nós?

Confesso que quando li o livro e assisti o filme fiquei bastante impressionada, mas nada forte o suficiente para me trazer profundas reflexões. Isso está ocorrendo apenas agora, anos depois.

Se você não ficou preocupado, não entendeu nada!

Isso mesmo! Vejamos o porquê:

André Luiz era uma pessoa socialmente boa. Médico, pai de família, não fazia mal a ninguém — pelo menos aparentemente — … mas também não fazia o bem (não além do que acreditava que o bem significava).

Era visto como um homem da sociedade, respeitado por sua profissão. Apesar de às vezes rude e com um orgulho à flor da pele, aparentemente era um eleito perfeito para o céu.

Na vida pessoal, mantinha a pose de homem de família. Era bastante descuidado com a alimentação — que foi inclusive, motivo de sua morte.

Até então tudo bem, não é mesmo?

Mas chegou o grande dia que sua saúde física não aguentou. Ele morreu ali mesmo, durante o jantar em família. Para sua surpresa — e de todos que o conhecia —, André não acordou entre lençóis brancos no paraíso que muita gente imagina que é céu é.

André estava atordoado no meio da lama. Escutava repetidamente: “suicida, suicida, suicida”. Era completamente enlouquecedora a situação em que o médico estava.

Ficou ali, sujo, em meio a muitas outras “pessoas” em situação deplorável, tendo as piores sensações e que jamais imaginaria. E assim foi por um bom tempo até o dia em que nosso amigo se arrependeu e foi acolhido com amor pelos trabalhadores do Nosso Lar.

Mas o que é tão preocupante assim? Por que eu deveria estar preocupado?

Não sei se esse é o seu caso, sinceramente. Mas, com certeza, é o de muita gente. E isso deve nos deixar vigilantes.

Vivemos em uma sociedade de homens e mulheres de bem. Mas, muitas das vezes isso é apenas aparência. Pessoas que levam a vida de qualquer jeito, ignorando complemente a continuidade da vida.

Por isso, não se interessam senão pelo próprio umbigo. Lamentavelmente, não são poucos os exemplos de pessoas que na aparência são fortes eleitos para o céu. No entanto, na interioridade são como era André Luiz.

Quando acreditam na continuidade da vida além da morte, se sentem muito seguras de que estarão no céu tão logo cerrem os olhos. Mas, a história que contamos mostra que não é bem assim.

Quando digo que devemos nos preocupar é porque devemos observar se não estamos cometendo o mesmo erro do André. Não devemos nos enganar achando que ficar no “meio do muro” traz alguma vantagem para nós.

Ser morno como o André Luiz foi nos levará aonde? Eu não sei, meus amigos, mas pode ser que estejamos muito enganados acreditando que “não fazer o mal” é o suficiente.

Por isso, vamos observar nossas atitudes, nossos pensamentos e sentimentos. Fazer o mal não é apenas machucar fisicamente alguém.

Fazemos o mal quando o desejamos o fracasso de outra pessoa, quando sentimos inveja, quando não temos empatia e compaixão pela dor do outro.

Fazemos o mal quando nos deixamos levar pelo comodismo, quando não trabalhamos pelo nosso crescimento e acreditamos que viver é uma experiência ruim.

Há muitas formas de não trabalhar pelo nosso progresso e muitas delas está associada ao nosso comportamento e atitudes.

O Nosso Lar deveria nos deixar preocupados porque muitas vezes a história do André é a nossa história. É como se estivéssemos tendo a oportunidade de antever o nosso futuro.

Mas e aí, o que faremos para que nosso futuro não seja o mesmo dele? Será que vamos simplesmente continuar achando que não é com a gente?

Fica a reflexão. Se for preciso, leia ou assista de novo e veja se você não se encaixa no que a história está contando. E se encaixar, ainda é tempo de mudar. São esses exemplos que nos mostram que caminho não seguir. Esse é o propósito da história do André.

E que a preocupação que o filme causa seja motivadora de mudanças, que é o que estamos precisando.

Paz e luz!

Você também pode querer ler: Quanto de verdade você é capaz de suportar?

Fazer o bem produz endorfinas – Por Hélio Couto

fazer o vem produz endorfinas

Essa é uma questão muito simples na verdade. Mas, os seres humanos fazem de tudo para impedir isso. Quando é que se tem a produção ideal de endorfinas?

Quando se faz o bem. Quanto mais bem se faz mais se produz. Não existe limite para isso. Se a pessoa come um pedaço de pudim ela produz um pouco de endorfina.

A lógica diz que se ela comer mais produzirá mais, mas não é assim que funciona. A partir de um ponto a produção para. Então comer um quilo de pudim não resolve. Só existe uma coisa que produz endorfina sem limite. Fazer o bem.

É isso que a ferramenta da Ressonância Harmônica procura fazer e passar para as pessoas. As casas/carros/apartamentos que as pessoas pedem são brinquedos que elas acham que as deixarão felizes.

Isso vai até certo ponto e para de funcionar. Não adianta comer um quilo de pudim! Todos os brinquedos do mundo farão desta forma. Depois de certo tempo não produzem mais endorfinas. E endorfina é o que te faz feliz. Daí procura-se um carro maior, um pneu maior, uma casa maior e assim por diante.

Até que o limite de novo é alcançado e começa tudo de novo. Isso é levado até a morte normalmente. Sempre a felicidade é colocada num movo objetivo material. Numa busca sem fim e infrutífera.

O fornecimento de endorfinas pode ser ilimitado, mas só se fizermos o que está na nossa programação. No nosso DNA. Ninguém sabe por que é assim, mas se fizer o bem não existe limite de endorfina para você receber.

Essa é a programação do Universo. É um condicionamento pavovliano. Se o cavalo pular o obstáculo ganha um prêmio. Puro condicionamento. Os seres humanos estão na mesma situação. Se fizerem o que é certo ganham endorfina, senão não ganham. O estímulo é poderoso.

Acontece que a lógica aristotélica impede que isso funcione como devia funcionar. Associam-se os brinquedinhos com a endorfina e daí se pensa que mais brinquedo significa mais endorfina. A programação do universo não é essa.

Neste ponto o leitor deve estar se perguntando que tipo de bem e em que quantidade deve fazer para ganhar endorfinas. Ajudar velhinhas a atravessarem a rua no farol com certeza produz endorfinas. Sendo assim já está pensando em ficar o dia todo atravessando as velhinhas de um lado para o outro! Certo?

Com certeza o ganho será grande, mas não o suficiente. O ser humano precisa de muita endorfina! É preciso fazer algo maior. Quanto maior, mais endorfina. Evidentemente que por lógica chegaremos a seguinte conclusão: ajudar uma velhinha = x endorfinas. Ajudar 100 velhinhas = 100x endorfinas. Ajudar 1 milhão de velhinhas = 1 milhãoX endorfinas. Ajudar 7 bilhões de humanos = 7bilhões X endorfinas.

Como tudo depende da consciência da realidade que a pessoa tem, fazer o bem implica em expandir a complexidade da consciência da humanidade. Ensinar como funciona o universo. É por isso que todo avatar vem para ensinar a humanidade a ajudar o próximo. A fazer o bem. Só que as pessoas entendem que o avatar está atrapalhando os negócios.

Portanto, quanto mais pessoas mais endorfinas. E o processo não é linear, é exponencial. A quantidade de endorfinas recebida não segue essa regra simples. É muito maior que isso. Atentem para o detalhe que endorfina está sendo uma metáfora do que se recebe, mas também se recebe endorfina. Em vista disto, não é fácil? Sim. Mas, quem faz isso?

Mahatma Gandhi, Martin Luther King, Nelson Mandela. E os demais? Onde estão? São pouquíssimos aqueles que fazem isso. E toda vez que a pessoa recebe a Ressonância ela recebe um convite para fazer isso. E qual é a resposta: estou muito ocupado. Tenho outras coisas para fazer.

E vão atrás de outros brinquedos. Não tem nada de errado com casa/carro/apartamento, mas a dois mil anos atrás foi dito: “procurai primeiro o Reino dos Céus e tudo o mais vos será dado por acréscimo”.

O que não ficou claro na afirmação acima? Foi prometido tudo, se primeiro fizer o bem. Primeiro faz o bem, depois ganha o tudo. Só que a humanidade inverteu isso. Primeiro querem o tudo, para depois fazer o bem. Só que esse tudo nunca é suficiente. Portanto, nunca procuram o Reino.

Hélio Couto
Site: www.heliocouto.com
Cursos: www.cursosheliocouto.com.br

Quanto de verdade você é capaz de suportar?

quanto de verdade você é capaz de suportar

Quanto de verdade você é capaz de suportar?

Essa é uma pergunta que sempre nos chamou atenção. O Hélio Couto sempre fala. Muitas pessoas o criticam porque consideram suas palestras muito radicais, duras.

No entanto, a única coisa que eu vejo e que incomoda essas pessoas é o seguinte: a verdade como ela é. Falamos isso para quem está no caminho buscando os conhecimentos que o Hélio passa.

Ninguém é obrigado a concordar com ele, claro. Mas muitas vezes o que acontece é que as pessoas só não continuam assistindo às suas palestras e lendo seus livros porque não conseguem lidar com a abordagem dele.

E que abordagem é essa?

Sincera. Sem meias palavras. O Hélio mostra o preto no branco. E, muitas pessoas não dão conta de ver alguém colocando a realidade como ela realmente é, sem filtros.

Por isso a expressão: quanto de verdade você é capaz de suportar?

É com base na sua resposta que você saberá até onde pode ir e que caminho trilhar. Particularmente, gostamos muito do método do Hélio. Mas, você é livre para procurar outras abordagens.

O importante é saber até que ponto o “não suportar a verdade” pode fazer você desistir. Pode fazer com que seja paralisado pelo medo.

Pode também fazer com que você invente desculpas e mais desculpas para continuar na zona de conforto… Enfim, que o fato da abordagem de determinada pessoa não se transforme em motivo para simplesmente estacionar.

O que acontece hoje em dia — em que estamos em pleno processo de transição planetária — é que o tempo urge. Para quem não sabe, estamos caminhando para uma Terra de Regeneração — ou como os seres de luz dizem: a Nova Terra.

Nessa nova realidade não será mais aceito esse cenário em que estamos. A zona de conforto que permaneceu por milênios, tomada por irmãos negativos que “pintaram e bordaram” esse tempo todo, não continuará.

É por isso que temos notícias de limpezas e limpezas que já foram feitas — e continuam sendo —, em que irmãos que escolheram viver na ausência da luz estão sendo levados para outros planetas.

Em nossa planeta, apenas quem se afiniza com o bem continuará para viver na Nova Terra. Isso significa que precisamos evoluir, melhorar. Não dá mais para ficar estacionado na zona de conforto, meus amigos! Ou estamos do lado da luz ou não estamos.

E não podemos nos enganar acreditando que ficar no meio do caminho traz alguma vantagem. O Hélio sempre diz que tanto “em cima” quanto “embaixo” o pessoal leva o trabalho muito a sério: estudam, trabalham, fazem aquilo que acreditam.

Agora, quem está no meio do caminho, sem querer saber de nada, achando ainda que esses assuntos não se discutem e que é só para os místicos, são apenas mornos. Não têm lado. Estão boiando na existência.

Concordamos que cada um tem o seu tempo, mas como o Hélio diz: o tempo urge. Não temos a eternidade inteira. E então voltamos com a pergunta crucial: quanto de verdade você é capaz de suportar?

Se pensamos que poderemos passar toda a eternidade no comodismo, alheios ao que acontece neste e nos outros mundos, estamos enganados.

Paz e luz!

Em qual paradigma você vive? Preste atenção, pois ele determina como é sua vida!

qual paradigma você vive

Paradigma é como um modelo, algo que serve como padrão. Antes de perguntamos se você vive em um é preciso explicar o que é isso, não é mesmo? Afinal, muitas pessoas não sabem o que é um paradigma.

Segundo o filósofo Thomas Kuhn,

“paradigmas são as realizações cientificas universalmente reconhecidas que, durante algum tempo, fornecem problemas e soluções modelares para uma comunidade de praticantes de uma ciência”

No livro Mentes In-formadas, Hélio Couto define paradigma como: “sistema de crenças em que estamos inseridos e que permeia todas as nossas ações, saibamos disso ou não“.

De forma mais simples, é nada mais que um conceito sobre algo ou alguma coisa que foi estabelecido por uma sociedade. Na maioria das vezes, as pessoas que seguem alguns paradigmas nem sabem quem e o que os estabeleceu, mas eles estão tão enraizados, que são seguidos a ferro e fogo. 

Paradigmas comuns

Podemos viver sob vários paradigmas — bons e ruins. Veja alguns exemplos deles:

  • dinheiro não traz felicidade;
  • minha religião é melhor que a sua;
  • você é aquilo que come;
  • nenhum homem — ou mulher — presta;
  • pau que nasce torto nunca endireita;
  • é muito fácil ser feliz, basta querer.

Como você pode ver, são expressões bastante comuns. A questão é que elas não são apenas palavras. Os paradigmas determinam a realidade de quem os segue.

Quando uma pessoa acredita que “dinheiro é ruim”, que “não traz felicidade” ou que “rico está condenado ao inferno” (isso mesmo, tem gente que pensa isso!), dificilmente terá uma vida financeira saudável.

Como você acha que o dinheiro fluirá para você, se acredita — lá no seu inconsciente — que ele é ruim, que leva ao inferno e que só traz infelicidade?

De forma também inconsciente, você acaba não se afinizando com ele (o dinheiro) e o afastará, assim como afastará todas as oportunidades de atrai-lo.

Do mesmo modo acontece com quem acredita que homem ou mulher não presta. Essa pessoa está fadada a ter relacionamentos desastrosos e tudo isso porque nós atraímos aquilo que acreditamos.

Deu para entender de forma clara o que é um paradigma? Então vamos aprofundar mais!

Paradigma materialista

Assim como existem esses padrões que citamos, há paradigmas mais abrangentes como o paradigma materialista e o sistêmico. Falaremos primeiro do materialista, que também é conhecido como mecanicista.

Por que vamos falar sobre esses paradigmas mais abrangentes? Porque muitas das vezes os outros que citamos estão dentro deles. A principal fonte que utilizamos foi o livro Mentes In-formadas, do Professor Hélio Couto.

O Paradigma materialista — mecanicista, cartesiano-newtoniano — surgiu principalmente com o advento da ciência, como a conhecemos hoje.

Baseia-se nas descobertas de Isaac Newton e mais tarde consolidada pelas ideias de René Descartes, esse paradigma vigora até hoje, dificultando a construção de um novo pensamento, inclusive aqueles defendidos pela Mecânica Quântica.

Infelizmente a sociedade é até hoje fortemente influenciada por essas ideias. Por isso, permanece cristalizada no tempo, sem condições de evoluir e alçar novos voos.

A seguir, veja quais as características desse modelo da realidade:

  • leva em conta apenas a matéria, negando a espiritualidade do Universo (Materialista);
  • divide o homem em duas partes: corpo e mente. Além disso, o separa do resto do Universo (dualista);
  • reduz o funcionamento do Universo e do homem apenas à interações entre os átomos e moléculas (reducionista); e
  • concebe o Universo como um imenso e complexo mecanismo de relógio, cujas peças com defeito devem ser substituídas para restituir o bom funcionamento do conjunto (mecanicista).

Como você pode ver, esse é o paradigma vigente e não é muito difícil identificá-lo. A grande questão aqui é que esse modelo da realidade é que sustenta a linha de pensamento de todas as ciências modernas de hoje: psicologia, medicina, química, física, sociologia, economia etc.

Esse paradigma preza pela individualidade e isso é a causa de muitos problemas no mundo atual. Além disso, privilegia a luta e a competição. Pode-se dizer que a crise que estamos vivemos hoje é o resultado de pensar a realidade desta forma.

Em última análise, podemos concluir que o paradigma cartesiano é o da desunião, como disse o Professor Hélio Couto no livro Mentes In-formadas.

“Separa-se corpo e alma, razão e emoção, o ser humano e a natureza, eu e o outro e por aí vai…”

Veja também: Armadilhas no Caminho da Ascensão

Paradigma Sistêmico

Apesar de hoje em dia vigorar ainda o paradigma cartesiano, uma coisa é certa: nos últimos anos estamos caminhando para uma mudança paradigmática, em que saímos do modelo materialista e passamos para o modelo sistêmico da realidade.

Esse grande passo tem sido possível graças às duas grandes revoluções no campo da Física: a Física Quântica — também chamada de Mecânica Quântica — e a Física Relativística.

A partir de então, surgiram outras maneiras de compreender o Universo, totalmente diferente — poderia até dizer oposta — ao outro modelo.

O paradigma sistêmico — também chamado de holístico ou quântico-relativístico — vem para trazer luz à humanidade, uma vez que descortina o véu da ignorância e nos mostra que é possível sim que espiritualidade e ciência caminhe juntas.

Neste novo modelo de realidade não predomina mais o separatismo e a concepção mecanicista e materialista do universo. Veja a seguir as características mais marcantes desse modelo da realidade:

  • aceita que o livre-arbítrio é uma realidade;
  • aceita a Consciência como realidade última e única;
  • existe vida após a morte física;
  • entende que o Universo foi criado e é mantido por um poder inteligente, uma intenção organizadora e que está em constante evolução;
  • reconhece que as ferramentas para interagir com o meio são a razão, os cinco sentidos, a intuição e os poderes psi;
  • nossa identidade se constitui de: mente, corpo e alma;
  • estamos todos entrelaçados, por isso, não faz nenhum sentido pensarmos em termos de inimigos; e
  • existem seres não-físicos em processo de evolução.

Compreendeu a diferença de paradigmas? O professor Hélio Couto sempre fala que esse novo modelo da realidade resolve nossos problemas atuais, causados em sua maioria pela ideia de separação e pelo forte conceito materialista da vida.

Pelo paradigma sistêmico, os seres estão todos conectados, regidos por uma única consciência que é única e representa a realidade última. Para os materialistas é muito difícil conceber as ideias que a Mecânica Quântica traz, pois vai totalmente de encontro ao que eles acreditam.

E e aí, em qual paradigma você vive? Não se esqueça que ele — ou eles — é que moldam a sua realidade.

Armadilhas no Caminho da Ascensão – Por Joshua David Stone

Caminho da Ascensão

Em nossas leituras no tempo que dedicamos para o estudo, encontramos este texto, escrito por Joshua David Stone, e achamos interessante compartilhar aqui.

Como o autor diz no texto, cometer erros é normal, principalmente no caminho evolutivo. No entanto, é sempre bom tomar dicas de quem já viveu certas experiências para que possamos nos poupar de passar pelas mesmas situações.

Reflitam bastante no que nosso estimado Joshua tem a dizer. Que essas dicas sirvam para poupar tempo e desgaste emocional.

Armadilhas no Caminho da Ascensão

Nas minhas viagens pela vida como ser espiritual, psicólogo espiritualista e discípulo do caminho, tomei consciência de muitas das armadilhas e ciladas que se encontram no caminho espiritual. Considero-me até especialista no assunto, pois tive a experiência de cair na maioria delas.

Recomendo, convicto, a meditação sobre a lista que apresento a seguir. Embora breve em palavras, é profunda em intuições. O meu propósito ao partilhar estas situações é poupar, ao maior número de pessoas possível, sofrimento desnecessário, carma negativo e os atrasos no caminho da ascensão, provocados pelo desconhecimento e pela ignorância.

O caminho espiritual é bastante fácil num plano e incrivelmente complicado em outro. O ego negativo e as forças das trevas espalham sedução e apegos, imensos complexos e ardilosos desafios em cada passo do Caminho.

Cometer erros e cair nessas armadilhas é normal. A minha preocupação é evitar que as pessoas que buscam o seu Caminho, fiquem enredadas nas ciladas por longos períodos, ou mesmo vidas inteiras.

Eis, então, as armadilhas e as ciladas mais comuns:

1. Abrir mão do seu poder pessoal, concedendo-o a outras pessoas, à mente subconsciente, ao ego negativo, aos cinco sentidos, ao corpo físico, ao corpo emocional, ao corpo mental, à criança interior, a um guru, aos mestres ascensionados, a Deus, a tudo o que for externo.

2. Amar os outros, mas não a si mesmo.

3. Não reconhecer o ego negativo como fonte de todos os problemas.

4. Concentrar-se em Deus, mas deixar de integrar e educar de modo correto, a sua criança interior.

5. Comer incorretamente e não fazer exercícios físicos suficientes, o que resulta em doença física e limitação nos outros níveis.

6. Mergulhar profundamente na vida espiritual mas não reconhecer o plano psicológico, que precisa ser compreendido e dominado.

7. Desejos, desejos e mais desejos materiais.

8. Exercer poder sobre os outros depois de alcançar o sucesso.

9. Desligar-se demais das coisas da Terra, o que prejudica o corpo físico.

10. Tentar escapar da Terra, em vez de criar o Céu na Terra.

11. Ver apenas as aparências, em vez de observar a verdadeira realidade que está por detrás de todas as aparências.

12. Tentar tornar-se Deus, em vez de perceber que você já é o Eu Eterno, como todas as outras pessoas o são.

13. Não perceber que você é a causa de tudo.

14. Servir os outros totalmente, antes de se tornar auto-realizado dentro de si mesmo.

15. Pensar que existe algo que se possa chamar de raiva justificada. A raiva é uma armadilha perigosa.

16. Tornar-se um extremista, e não ser moderado em todas as coisas.

17. Pensar que precisa ser asceta para tornar-se um ser espiritual.

18. Tornar-se sisudo demais, deixando de ter alegria, felicidade e diversão suficientes na vida. Não há ascensão sem alegria.

19. Ser indisciplinado e deixar de perseverar incessantemente nas suas práticas espirituais.

20. Abandonar as práticas e estudos espirituais quando se envolve num relacionamento.

21. Dar prioridade a um relacionamento, em detrimento do si e do seu processo interno. Essa é outra armadilha traiçoeira.

22. Deixar que a criança interior governe a sua vida.

23. Ser crítico demais e duro demais para consigo mesmo.

24. Deixar-se enredar pelo glamour e ilusão dos poderes psíquicos.

25. Tomar posse do seu poder pessoal, mas não aprender ao mesmo tempo a submeter-se ao seu Cristo interno.

26. Abrir mão do seu poder pessoal quando estiver fisicamente cansado.

27. Esperar que Deus e os mestres ascensionados resolvam todos os seus problemas.

28. Viver no piloto automático e relaxar a vigilância.

29. Entregar o seu poder a entidades que se possam comunicar consigo.

30. Ler demais e não meditar o bastante.

31. Deixar que a sexualidade o domine, em vez de dominá-la.

32. Identificar-se excessivamente com seu corpo mental ou emocional, sem atingir o equilíbrio.

33. Pensar que precisa ser um canal para outras vozes, ver ou experimentar toda a espécie de fenômenos mediúnicos a fim de se tornar espiritualizado ou ascender.

34. Forçar a elevação da sua kundalini.

35. Forçar a abertura dos seus chacras.

36. Pensar que o seu caminho espiritual é melhor que o dos outros.

37. Julgar as pessoas em função do nível de iniciação que alcançaram.

38. Partilhar o seu nível “avançado” de iniciação com outras pessoas.

39. Contar aos outros o seu “bom trabalho espiritual”, em vez de simplesmente centrar-se na sua humildade. “Não saiba a tua mão esquerda o que fez a tua mão direita”.

40. Pensar que as emoções negativas são algo imprescindível.

41. Isolar-se dos outros e achar que isso é ser espiritualista.

42. Considerar a Terra um lugar terrível.

43. Entregar o seu poder à astrologia ou à influência dos astros, como fatores externos e incontornáveis.

44. Apegar-se demais às coisas e às pessoas.

45. Viver desapegado demais com relação à vida; não se esforçar rumo ao desapego envolvido.

46. Viver preocupado demais com o “eu”; e não se dedicar o suficiente a servir os outros.

47. Enredar-se nas numerosas teorias equivocadas da psicologia tradicional, pois cada uma delas não passa de uma fina fatia da torta inteira.

48. Ser místico demais ou ocultista demais, e não se esforçar para integrar os dois lados.

49. Desistir no meio das grandes adversidades. Essa é uma das piores armadilhas. Nunca desista! Nunca, jamais deve desistir!

50. Achar que o sofrimento que o incomoda — seja em que nível for — não irá passar.

51. Concentrar-se demais no nível de iniciação que alcançou, ou aguardar com ansiedade exagerada o momento da ascensão, em vez de se preocupar com o trabalho que precisa ser feito.

52. Deixar-se enredar pelos poderes espirituais em vez de reconhecer que o amor é, de entre todos, o maior poder espiritual.

53. Denegrir outros grupos espiritualistas ou metafísicos, em vez de buscar o trabalho conjunto e a unificação, mesmo que esses grupos não estejam inteiramente sintonizados com todas as suas crenças.

54. Deixar-se enredar no dogma da religião tradicional, ou quaisquer outros dogmas.

55. Pensar que precisa de um sacerdote, que aja como intermediário entre si e Deus.

56. Usar as suas crenças espirituais para gerar divisão, elitismo ou uma condição especial indevida.

57. Tornar-se fanático demais pelas suas próprias crenças.

58. Achar que pode alcançar a iluminação por meio de drogas ou algum tipo de pílula mágica. Essa é uma das piores formas de ilusão!

59. Achar que outras pessoas não precisam trabalhar no seu caminho espiritual.

60. Sobrevalorizar o relacionamento com os filhos em detrimento das relações consigo mesmo e com o seu Cristo interno.

61. Enredar-se em todas as atrações deste mundo material, realmente fascinante.

62. Envolver-se demais no amor a uma só Pessoa, em vez de expandir seu amor para englobar muitas pessoas, e todos os outros, de forma incondicional.

63. Enredar-se na dualidade, em vez de buscar equilíbrio mental, paz interior e equidade em todos os momentos; se você não transcender a dualidade, continuará a sentir-se vítima da sua própria montanha-russa emocional, sacudindo-se de um lado para o outro entre os altos e baixos da vida. A alma e o espírito pensam com uma consciência transcendente, que não tem ligação com essa lufa-lufa quotidiana.

64. Ser pai ou filho, mãe ou filha no relacionamento a dois, em vez de assumir a condição de adulto.

65. Pensar que precisa sofrer na vida. Isto é tremendamente falso!

66. Ser ou querer ser um mártir do caminho espiritual.

67. Precisar de controlar os outros.

68. Ter ambição espiritual.

69. Precisar de simpatia, amor ou aprovação.

70. Ter necessidade de ser um Mestre.

71. Ser hipersensível ou, no outro lado da moeda, duro demais.

72. Assumir responsabilidades no lugar dos outros.

73. Ser ou querer ser um salvador.

74. Servir por motivos egoístas e pensar que está a acumular mérito espiritual.

75. Pensar que é espiritualmente mais avançado do que realmente é; por outro lado, pensar que é menos avançado do que realmente é.

76. Ser famoso e cultivar a dependência da fama.

77. Dar importância indevida à busca da paixão ou da alma gêmea, e não perceber que a sua própria Alma – e a Mônada – são aquelas que, na verdade, o podem complementar e saciar interiormente.

78. Pensar que precisa de um relacionamento romântico para ser feliz.

79. Precisar ver-se no centro do palco; ou, no outro lado da moeda, preferir sempre esconder-se pelos cantos.

80. Trabalhar e esforçar-se demais, exaurindo-se fisicamente, ou, no outro lado da moeda, distrair-se demais e não se ocupar dos assuntos do Pai.

81. Buscar orientação em médiuns e não confiar na própria intuição.

82. Entregar-se, neste plano ou no plano interior, a mestres que não sejam ascensionados e que, logicamente, também têm uma compreensão e concepção limitadas da realidade.

83. Fazer do caminho espiritual um hobby, e não o “fogo devorador”.

84. Perder tempo demais em frente da TV, na Internet, com jogos de vídeo, ou lendo romances fúteis, e assistindo a filmes violentos.

85. Gastar quantidades imensas de tempo e energia por falta de organização e administração adequada do tempo.

86. Pensar que discutir com os outros é algo que lhe sirva a si, ou sirva a outras pessoas.

87. Tentar vencer ou estar certo, em vez de se esforçar por amar e compreender.

88. Enfatizar demais a intuição, o intelecto, o sentimento e o instinto, em vez de perceber que tudo isso precisa ser equilibrado e integrado, cada qual na sua devida proporção; a cilada, aqui, é identificar-se excessivamente com um deles.

89. Devotar-se a um guru que o diminui e o divide, em vez de se dedicar ao Eu espiritual que é você mesmo, e cultivar o seu próprio Cristo interno.

90. Tentar permanecer aberto todo o tempo, em vez de saber como abrir e fechar o seu campo energético, de acordo com as necessidades.

91. Não saber dizer não aos outros, à criança interior ou ao ego negativo.

92. Pensar que a violência ou qualquer tipo de agressão contra os outros lhe vai trazer aquilo que você deseja, ou que sirva a Deus de algum modo.

93. Culpar Deus ou irritar-se com Ele ou contra os mestres ascensionados por causa dos próprios problemas.

94. Quando suas orações não forem atendidas, pensar que Deus e os mestres ascensionados não estão respondendo às suas preces.

95. Comparar-se com outras pessoas, em vez de perceber que somos únicos, e que as potencialidades, as circunstâncias e as vivências do outro não são as suas.

96. Pensar que ser pobre é ser espiritualizado. Pensar que é preciso ser rico para ser feliz e espiritualizado.

97. Comparar-se e competir com os outros por causa dos níveis de iniciação e ascensão.

98. Assumir o papel de vítima diante de outras pessoas ou do seu próprio corpo físico, emocional ou mental, desejos, cinco sentidos, ego negativo, eu inferior.

99. Estudar demais e não manifestar os seus conhecimentos no mundo real.

100. Pensar que o seu mau humor é a verdadeira realidade de Deus.

101. Pensar que o valor reside em fazer e alcançar coisas.

102. Pensar que você não precisa de se proteger espiritual, psicológica e fisicamente.

103. Pensar que glamour, ilusão, ego negativo, medo e separação, são a verdadeira realidade.

104. Usar açúcar, café e refrigerantes e outros estimulantes artificiais para obter energia física.

105. Tentar fazer tudo sozinho e não pedir a ajuda a Deus; ou, no outro lado da moeda, pedir a ajuda de Deus e não se ajudar a si mesmo.

106. Deixar de amar as pessoas porque elas o estão a tratar mal ou dando um exemplo negativo de egoísmo; não distinguir a pessoa de seu comportamento.

107. Perder a fé na realidade viva da Alma, da Mônada, de Deus e dos Mestres Ascensionados, e na capacidade que eles têm de ajudá-lo.

108. Pensar que apenas as outras pessoas podem atingir a ascensão, ou ser Luz no mundo, ou pelo menos não nesta vida.

109. Tentar atingir a ascensão para fugir dos problemas quotidianos.

110. Pensar que a Terra é uma prisão, e não reconhecê-la como um Paraíso em evolução.

“Tudo o que existe no universo divino é governado por leis — físicas, emocionais, mentais e espirituais. Aprendendo a compreender essas leis e tornando-se obediente a elas você trilhará o caminho da ascensão.”

Fonte: Espaço Mãe do Céu

O que Deus significa para você?

O que Deus significa para você

O que Deus significa para você? Será que Ele é realmente aquele Ser que está em algum lugar dizendo “sim” ou “não” para nossos pedidos?

Será que Ele realmente vive em função de nós? Será que Ele resolve nossos problemas como se fôssemos crianças indefesas que pela eternidade precisando de amparo e de uma moleta para caminhar?

Particularmente, acredito que não. Acho que a ideia que temos de Deus — sempre colocando em cima Dele a responsabilidade que é nossa — é totalmente equivocada.

Acredito que Ele, como Consciência Primordial e Universal, está dentro de nós e se manifesta por meio da nossa experiência.

Então, amá-lo significa nos amarmos. Respeitá-lo significa nos respeitarmos. Seguir sua vontade significa nos aceitarmos como somos. Venerá-lo significa nos colocarmos em primeiro lugar.

De que modo temos nos comportado como o Deus que somos? Já parou para pensar que Ele pode estar aí, dentro de você, esperando apenas uma oportunidade de ser visto?

Que dentre tantas mágoas, camadas e camadas de crenças limitadoras — porque não dizer: lixo mental e espiritual — Ele está lá, aguardando você resolver abandonar tudo isso para se fundir a Ele?

Enquanto estivermos limitados aos conceitos externos, inclusive a respeito de Deus, Ele vai continuar lá, esquecido, debaixo de tudo aquilo.

Enquanto não o reconhecermos como Consciência — e não como um homem que está em algum lugar atendendo ou não nossos pedidos — viveremos com um conceito equivocado de Deus e a experiência evolutiva se mantém estacionada.

Enquanto não pararmos de olhar para nossos egos inflados de orgulho, não poderemos vislumbrar nossa Centelha Divina. Enquanto estivermos tentando mostrar a nossa verdade, não conseguiremos acessar a verdade Dele.

Deus não está em lugar algum. Ele está no espaço vazio em cada átomo do seu corpo. Ele está aí, dentro de você, só esperando você cansar de brincar para realmente querer escutá-lo.

Mas ele não nos recrimina, em momento algum, pela nossa cegueira e surdez. Ele se experimenta a cada momento por meio de nós, mesmo que estejamos na ilusão de que somos separados dele.

Um dia, vamos acordar — pelo amor ou pela dor. E, de fato, teremos a verdadeira experiência de fusão com o Todo.

Físico explica porque vivemos em uma realidade virtual

vivemos em uma realidade virtual

Muitos cientistas e físicos relataram que a realidade em que estamos é uma realidade holográfica simulada. No entanto, não tem havido muita explicação sobre porque estamos em tal realidade e como estamos expandindo nossa consciência estando aqui.

Neste artigo, vamos explorar a visão geral de como uma simulação controlada baseada no medo pode provocar despertares e escolhas diferentes que começam a mudar a natureza da própria realidade.

O físico Tom Campbell estudou com Robert Monroe através de experiências fora do corpo em estados alterados de consciência. O objetivo era explorar a natureza da nossa realidade não física, a fim de aprender mais sobre por que estamos em uma realidade física e como alterá-la.

Ele começou conscientemente a fazer experiências no reino não físico, a fim de entender como a consciência funciona. Ele deduziu que a consciência é primária e a realidade física era um derivativo disso.

Tom é o autor de  My Big Toe, The Theory of Everything, que discutiu que a mente modifica e cria o físico, e não o contrário. Ele então deduziu que a mesma física que explicava a consciência explicava a Mecânica Quântica.

Segundo Tom, a consciência é um computador de informação. Nossos cinco sentidos leem ou interpretam quais são os dados em nossa realidade.

Além disso, se a consciência é um sistema de informação, os sistemas de informação evoluem e crescem baixando sua entropia. Entropia mais baixa é mais ordem e entropia alta é desordem. Com esta explicação, a humanidade deve se esforçar para a baixa entropia, a fim de evoluir esta realidade simulada em algo melhor.

Em uma realidade virtual física, há um limite de velocidade e um pixel de tempo se move através de um pixel de distância. A realidade física tem um conjunto de parâmetros, mas os jogadores são, na verdade, consciência fora da realidade, experimentando a realidade através de um avatar.

Perceber que não nos originamos dentro da realidade física libera nossa consciência para expandir além dos parâmetros dessa realidade. Essa realidade só existe nas mentes dos jogadores.

Nossa intenção pode mudar nossa realidade modificando a probabilidade futura e interpretando os dados de maneira diferente. Não podemos modificar tudo, incluindo as escolhas de livre arbítrio dos outros.

Nós só podemos mover a probabilidade do futuro uma certa quantidade em uma realidade física, mas mudanças maiores podem ocorrer no nível de consciência, fazendo melhores escolhas.

Para evoluir, podemos quebrar os padrões desta realidade atual, introduzindo mais informações que aumentam a ordem. A modificação ocorre cooperando, amando e cuidando uns dos outros versus sendo egocêntrica e temerosa.

Em última análise, se todos tentarem otimizar para todos os outros e todos honrarem o livre arbítrio uns dos outros, nossa realidade mudará instantaneamente.

A realidade em que estivemos existindo foi des-desenvolvida e não sustentável. Foi centrada no medo e na autopreservação, onde o medo se alinhou na hierarquia para controlar o poder através de um pequeno grupo que possui a maior parte dos recursos.

Quando a simulação por computador começa a fazer escolhas mais evoluídas que importam e são dignas de apoio, as unidades de consciência individualizadas entram no sistema e passam a desempenhar os papéis da realidade, porque as escolhas então importam. Isso é o que está acontecendo agora mesmo no sistema, à medida que mais consciência real entra e torna a simulação real.

Mais e mais físicos estão aprendendo essa teoria da realidade virtual e seu propósito. Quando a ciência dominante começa a relatar a verdadeira natureza de nossa realidade, tudo o que nos foi ensinado também terá que mudar.

Isso provará que somos parte de uma consciência conectada maior atuando no físico. Ciência, filosofia, teologia e metafísica entrarão em um único entendimento.

Segundo Tom, essa realidade é um “treinador de redução de entropia” para unidades de individuação da consciência. Temos uma missão ou propósito de estar aqui, e isso é aumentar a qualidade de nossa consciência.

Em outras palavras, evoluir através do crescimento espiritual, e nossa realidade aqui é o caminho mais rápido onde as entidades vão fazer escolhas significativas e importantes que as ajudam a evoluir mais rapidamente.

Nossa missão é ser gentil e cuidar de outras pessoas. Ao fazer isso, nossa vida pode ficar mais feliz e cheia de alegria em meio à ganância e controle que existe na realidade virtual física.

Aqueles que fazem escolhas egocêntricas e temerosas lutarão e estarão cheios de emoções e lutas negativas. Sem medo e ego, começamos a fazer escolhas que nos apóiem, assim como outras pessoas.

Escrito por: Michelle Walling

O que significa “o despertar Espiritual”?

Despertar Espiritual

Abrir os olhos, acordar. Mas abrir os olhos para quê?

No mundo místico esse assunto é bastante comum. Fala-se muito de despertar espiritual e hoje resolvemos conversar um pouco sobre como encaramos esse evento em nossa caminhada.

Cada um de nós é um universo. Sendo assim, podemos dizer que o despertar acontece de uma determinada forma em cada pessoa, apesar de muita gente compartilhar os mesmos sintomas e situações.

Antes de falarmos em despertar, vamos refletir sobre em que realidade vivemos e da qual precisamos acordar.

Vivemos em um Universo holográfico?

Tudo nos leva a crer que sim, principalmente depois de evidências científicas (como o emaranhamento quântico) que comprovaram que duas partículas podem estar conectadas mesmo quando estão distantes uma da outra.

De acordo com pesquisa realizada em 1982, pela Universidade de Paris, “sob certas  circunstâncias, partículas subatômicas como os elétrons, são capazes de instantaneamente se comunicar uns com os outros, independentemente da distância que os separa. Não importava se estavam a 3 metros ou 10 bilhões de quilômetros de distância. De alguma forma, cada partícula sempre parecia saber o que a outra estava fazendo”(1).

Dentre outras coisas, isso nos leva a acreditar que a realidade objetiva não existe. Apesar da falsa percepção de solidez que apresenta, o Universo está, na verdade, no coração de um holograma gigantesco e bastante detalhado.

Se o Emaranhamento Quântico é real, então ele sugere que o que acreditávamos estar separado — Nós e os outros seres, Nós e Deus etc — está na verdade conectado e a separação das partículas subatômicas é apenas uma ilusão. Isso significa que em um sentido mais profundo todas as coisas no Universo estão interligadas e que a Unidade — e não a separação — prevalece.

“O universo tridimensional em que vivemos é um holograma criado a partir de uma realidade primária que está fora do espaço e do tempo, por isso é uma cópia de algo “real”, por isto não faz sentido, nesse caso em que o nosso verdadeiro EU está em outra realidade. Nossa consciência é a nossa realidade. A consciência é tudo e, portanto, não é nada, já que tudo o que é, é a consciência.”

Com base em tudo isso, se você olhar ao redor — as cidades, os jogos de poder, as guerras, a vida como ela é… — tudo isso é um holograma baseado em algo que é “real”. Lembra-se do filme “Matrix”? É mais ou menos aquilo.

Quando não estamos despertos, não há nada de errado com o mundo lá fora. Vivemos em uma bolha, comandados na maioria das vezes como massa de manobra. Não encontramos um sentido mais profundo na vida e a realidade holográfica e material é o que realmente importa, já que é “palpável”.

Para entender melhor, leia: “Você sabe o que é Engenharia do Consentimento? Isso pode interessar você!

Acreditamos que estamos separados de tudo e de todos e temos muita dificuldade em aceitar algo que fuja desse paradigma. Dançamos conforme a música, literalmente. Vivemos alheios à nossa consciência, que é a verdadeira realidade.

No filme Matrix, Morpheus disse: “Como você define o que é real? Se você está falando do que sente, o que você cheira, prova, vê, então o real são simplesmente sinais eléctricos interpretados pelo seu cérebro.

Se olharmos ao redor, como poderemos ter certeza que não estamos, na verdade, em um sonho? Como garantir que aquilo que podemos tocar, cheirar, sentir, são reais e não apenas impulsos elétricos cerebrais?

Tudo isso é para repensar mesmo! Tudo o que nós reconhecemos como físico é apenas um produto da consciência. E, despertar é enxergar isso.

O Despertar Espiritual é, na verdade, reconhecer que a Consciência está em tudo e é a única realidade que existe. E que Consciência é essa?

A Fonte da Criação, o Vácuo Quântico, Deus, que está em tudo o que existe, desde as partículas subatômicas, até as galáxias e sistemas solares.

O desperto é aquele que sabe que vive em um mundo onde a ilusão predomina, mas não se deixa mais levar por ela. Em Matrix, ao tomar a pílula vermelha, Neo fez uma escolha: conhecer a verdade.

Quem desperta reconhece os jogos de poder, a manipulação da mídia, da indústria farmacêutica, dentre outras coisas. Aprende a viver na Matrix, mas sem se deixar manipular por ela.

O desperto questiona e estuda para, finalmente, saber do que é feita a realidade e do que ele é feito. Ele acordou, abriu os olhos para a realidade da consciência.

“Uma vez que a iluminação é experimentada, pode-se entender exatamente como o Universo holográfico opera e é de fato, muito real. Chegamos a uma compreensão de que somos seres multidimensionais, que existimos simultaneamente em muitos níveis da realidade quântica.

Não há motivo para ficar chateado, irritado, estressado, etc, sobre as coisas que acontecem em uma realidade física, que é a menor dimensão da nossa consciência, porque é tudo trivial no grande esquema das coisas. Incidindo sobre as especificidades da realidade que pode nos desviar de descobrir e perceber a razão pela qual ele ou ela existe agora. É por isso que um dos passos para se tornar iluminado é substituir o medo e a raiva pela admiração e a curiosidade”.

Isso quer dizer que não devemos — depois de conscientes da realidade dita “holográfica”—, sermos tomados pela revolta. Percebermo-nos nessa situação significa que estamos ascendendo mais um degrau na escala evolutiva.

Por muito tempo, a realidade física, de ilusão, nos bastava; e com ela aprendemos muitas coisas. Do mesmo modo, muitos ainda estão aprendendo com ela.

No entanto, quanto alcançamos outros patamares de consciência, torna-se necessário mudar de paradigma, já que o antigo não nos serve mais como antes.

Quem desperta passa a vivenciar — mesmo que timidamente — experiências em outras dimensões e, mesmo ainda vivendo na realidade física, transita por outras dimensões, na medida em que elevam suas frequências.