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O que significa “o despertar Espiritual”?

O que significa “o despertar Espiritual”?

Abrir os olhos, acordar. Mas abrir os olhos para quê?

No mundo místico esse assunto é bastante comum. Fala-se muito de despertar espiritual e hoje resolvemos conversar um pouco sobre como encaramos esse evento em nossa caminhada.

Cada um de nós é um universo. Sendo assim, podemos dizer que o despertar acontece de uma determinada forma em cada pessoa, apesar de muita gente compartilhar os mesmos sintomas e situações.

Antes de falarmos em despertar, vamos refletir sobre em que realidade vivemos e da qual precisamos acordar.

Vivemos em um Universo holográfico?

Tudo nos leva a crer que sim, principalmente depois de evidências científicas (como o emaranhamento quântico) que comprovaram que duas partículas podem estar conectadas mesmo quando estão distantes uma da outra.

De acordo com pesquisa realizada em 1982, pela Universidade de Paris, “sob certas  circunstâncias, partículas subatômicas como os elétrons, são capazes de instantaneamente se comunicar uns com os outros, independentemente da distância que os separa. Não importava se estavam a 3 metros ou 10 bilhões de quilômetros de distância. De alguma forma, cada partícula sempre parecia saber o que a outra estava fazendo”(1).

Dentre outras coisas, isso nos leva a acreditar que a realidade objetiva não existe. Apesar da falsa percepção de solidez que apresenta, o Universo está, na verdade, no coração de um holograma gigantesco e bastante detalhado.

Se o Emaranhamento Quântico é real, então ele sugere que o que acreditávamos estar separado — Nós e os outros seres, Nós e Deus etc — está na verdade conectado e a separação das partículas subatômicas é apenas uma ilusão. Isso significa que em um sentido mais profundo todas as coisas no Universo estão interligadas e que a Unidade — e não a separação — prevalece.

“O universo tridimensional em que vivemos é um holograma criado a partir de uma realidade primária que está fora do espaço e do tempo, por isso é uma cópia de algo “real”, por isto não faz sentido, nesse caso em que o nosso verdadeiro EU está em outra realidade. Nossa consciência é a nossa realidade. A consciência é tudo e, portanto, não é nada, já que tudo o que é, é a consciência.”

Com base em tudo isso, se você olhar ao redor — as cidades, os jogos de poder, as guerras, a vida como ela é… — tudo isso é um holograma baseado em algo que é “real”. Lembra-se do filme “Matrix”? É mais ou menos aquilo.

Quando não estamos despertos, não há nada de errado com o mundo lá fora. Vivemos em uma bolha, comandados na maioria das vezes como massa de manobra. Não encontramos um sentido mais profundo na vida e a realidade holográfica e material é o que realmente importa, já que é “palpável”.

Para entender melhor, leia: “Você sabe o que é Engenharia do Consentimento? Isso pode interessar você!

Acreditamos que estamos separados de tudo e de todos e temos muita dificuldade em aceitar algo que fuja desse paradigma. Dançamos conforme a música, literalmente. Vivemos alheios à nossa consciência, que é a verdadeira realidade.

No filme Matrix, Morpheus disse: “Como você define o que é real? Se você está falando do que sente, o que você cheira, prova, vê, então o real são simplesmente sinais eléctricos interpretados pelo seu cérebro.

Se olharmos ao redor, como poderemos ter certeza que não estamos, na verdade, em um sonho? Como garantir que aquilo que podemos tocar, cheirar, sentir, são reais e não apenas impulsos elétricos cerebrais?

Tudo isso é para repensar mesmo! Tudo o que nós reconhecemos como físico é apenas um produto da consciência. E, despertar é enxergar isso.

O Despertar Espiritual é, na verdade, reconhecer que a Consciência está em tudo e é a única realidade que existe. E que Consciência é essa?

A Fonte da Criação, o Vácuo Quântico, Deus, que está em tudo o que existe, desde as partículas subatômicas, até as galáxias e sistemas solares.

O desperto é aquele que sabe que vive em um mundo onde a ilusão predomina, mas não se deixa mais levar por ela. Em Matrix, ao tomar a pílula vermelha, Neo fez uma escolha: conhecer a verdade.

Quem desperta reconhece os jogos de poder, a manipulação da mídia, da indústria farmacêutica, dentre outras coisas. Aprende a viver na Matrix, mas sem se deixar manipular por ela.

O desperto questiona e estuda para, finalmente, saber do que é feita a realidade e do que ele é feito. Ele acordou, abriu os olhos para a realidade da consciência.

“Uma vez que a iluminação é experimentada, pode-se entender exatamente como o Universo holográfico opera e é de fato, muito real. Chegamos a uma compreensão de que somos seres multidimensionais, que existimos simultaneamente em muitos níveis da realidade quântica.

Não há motivo para ficar chateado, irritado, estressado, etc, sobre as coisas que acontecem em uma realidade física, que é a menor dimensão da nossa consciência, porque é tudo trivial no grande esquema das coisas. Incidindo sobre as especificidades da realidade que pode nos desviar de descobrir e perceber a razão pela qual ele ou ela existe agora. É por isso que um dos passos para se tornar iluminado é substituir o medo e a raiva pela admiração e a curiosidade”.

Isso quer dizer que não devemos — depois de conscientes da realidade dita “holográfica”—, sermos tomados pela revolta. Percebermo-nos nessa situação significa que estamos ascendendo mais um degrau na escala evolutiva.

Por muito tempo, a realidade física, de ilusão, nos bastava; e com ela aprendemos muitas coisas. Do mesmo modo, muitos ainda estão aprendendo com ela.

No entanto, quanto alcançamos outros patamares de consciência, torna-se necessário mudar de paradigma, já que o antigo não nos serve mais como antes.

Quem desperta passa a vivenciar — mesmo que timidamente — experiências em outras dimensões e, mesmo ainda vivendo na realidade física, transita por outras dimensões, na medida em que elevam suas frequências.

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Sobre o Autor

Lidiane Franqui
Lidiane Franqui

Eu tenho uma missão e quero cumpri-la com amor e paciência. Cada texto ou reflexão minha é parte dessa missão e eu vos convido a fazer parte dela.

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