Acompanhe nossas atualizações!

Acompanhe nossas atualizações!

Inscreva-se na nossa lista VIP e seja informado sobre novos artigos!

Não enviamos spam. Seu e-mail está 100% seguro!

O gato de schrödinger e as infinitas possibilidades

O gato de schrödinger e as infinitas possibilidades

Dando continuidade aos nossos textos sobre Mecânica Quântica e tentando simplificar ao máximo para o seu entendimento, vamos hoje falar sobre o famoso gato de schrödinger.

Mas Lidiane, o que é isso?

Esse nome difícil de escrever é algo mais simples de entender do que de escrever, acredite. E o entendimento disso abre muitas portas para que nossa compreensão das infinitas possibilidades seja maior. Então vamos lá?

Afinal, o que é o gato de schrödinger?

Segundo publicado em matéria da Super Interessante, “trata-se de uma experiência imaginária, na qual um gato, no papel de cobaia, está vivo e morto ao mesmo tempo“.

Antes que você se espante, não se preocupe com o gatinho, pois a experiência é imaginária. Então, vamos ficar tranquilos.

A hipótese concebida por Erwin Schrödinger tinha como objetivo mostrar como o comportamento das partículas subatômicas pode parecer ilógico se aplicado a uma situação fácil de ser imaginada, como no exemplo de um gato dentro de uma caixa fechada.

Na experiência, temos um gato dentro de uma caixa com partículas radioativas. Caso as partículas circulem, o gato morre. Se não, permanece vivo.

Temos duas possibilidades e, até que se abra a caixa para conferir, ele pode estar vivo ou morto, ou seja, até a interferência do observador as duas possibilidades são reais.

Esse é o mundo cheio de esquisitices da Mecânica Quântica, que analisa a realidade de acordo com as leis do mundo subatômico.

O que isso significa na vida prática?

Estamos chegando lá e você entenderá o que essa experiência quer dizer em termos de “vida real”.

Tudo está debaixo de possibilidades. Do ponto de vista da Mecânica Quântica, nada é certo (princípio da incerteza) e não existe determinismo — como a Física Clássica sempre afirmou.

O gato está vivo ou morto, a sua casa será comprada ou não, o emprego virá ou não, a dívida que você quer tanto pagar, poderá ser paga ou não.

Até que o observador colapse a função de onda (faça uma escolha), há apenas possibilidades.

O experimento mental do Gato de Schrodinger mostra que as infinitas possibilidades estão em aberto até que se faça o colapso da função de onda. Quando se escolhe uma das possibilidades. Então vira uma probabilidade. (Hélio Couto)

Ou seja, você pode ter um carro do modelo Astra ou Fox, mas até que você escolha qual deles quer, pode ser qualquer um deles. Escolheu, colapsou e sua escolha passa a ser uma probabilidade que se tornará real se for mantida.

Mais uma vez isso mostra o poder do observador de colapsar a função de onda. Como observadores, estamos colapsando o tempo todo.

Estamos escolhendo o tempo todo — o que queremos e o que não queremos também. Do ponto de vista mais filosófico, o que podemos tirar dessa experiência?

Filosoficamente falando…

Muitas vezes acreditamos que tudo está determinado. “Ah, a vida é assim“, “nasceu pobre, vai morrer pobre“, “é o destino…

O que eu entendo — e compartilho com vocês — é que se existem diversas possibilidades (infinitas, até), por que vamos nos travar no determinismo?

Até que eu resolva escolher o meu caminho, ele pode ter “n” direções. Eu não estou fadada a caminha só numa direção seja por qual motivo for.

A qualquer momento da nossa existência podemos fazer outras escolhas, criando nossa realidade de acordo com aquilo que desejamos ser.

Muitas pessoas podem não concordar com essas palavras. Eu não tenho todo o conhecimento físico para expor (e explicar aqui) a equação de Schrodinger e toda a matemática da coisa.

Mas, vejo claramente — e mais uma vez — não só a existência de uma realidade de possibilidades (e não de determinismo), mas a presença e importância de um observador, ou seja, da consciência.

Não dá importância à consciência é deixar de lado toda a experiência. Assim como no experimento da dupla fenda, a consciência — e não a matéria — surge como fator decisivo no colapso da função de onda.

Espero que tenha ajudado a compreender um pouco da experiência do gato de Schrodinger. Deixo claro sempre que essas são minhas percepções, fruto de meus estudos e pesquisas. Estou sempre aberta a novos conhecimentos, por isso, qualquer comentário será bem-vindo.

Quer ler mais textos sobre Mecânica Quântica? Veja:

Afinal, o que é Mecânica Quântica?

Entendendo o experimento da Dupla Fenda

O que é esse tal “efeito não local”?

Tags: |

Sobre o Autor

Lidiane Franqui
Lidiane Franqui

Eu tenho uma missão e quero cumpri-la com amor e paciência. Cada texto ou reflexão minha é parte dessa missão e eu vos convido a fazer parte dela.

0 Comentários

Deixe uma resposta