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O ego não quer o que o Universo quer

O ego não quer o que o Universo quer

O ego é um icebergue. Derreta-o. Derreta-o com amor profundo, para que desapareça e se torne parte do Oceano.” (Osho)

Quase todos os nossos problemas são causados por causa do nosso ego. Ele está tão próximo de nós e tem tanto poder que o confundimos com nosso próprio Eu.

Desde que nascemos, por todos os lados, tudo nos leva a ele. Nossos pais, escola e psicólogos estão empenhados a fortalecê-lo. O homem simples é visto com desdém. Que pena, pois, como disse Osho, “a simplicidade representa a morte do ego”.

Então, estamos aqui, querendo realização e plenitude. Queremos paz. Mas, somos todos ouvidos para uma voz que nos diz: “você deve se encaixar, você deve ascender socialmente, você deve ser poderoso e ser melhor que todos os outros“.

Você deve isso, você deve aquilo. Essa voz nos faz sentir medo. Faz-nos reagir antes mesmo de acontecer algo conosco. Ela nos faz viver na defensiva.

O problema é que enquanto estamos envolvidos nesse jogo, sendo guiados por essa voz, esquecemos de fazer o que é mais importante: sermos nós mesmos, segundo o que viemos fazer aqui.

Nossa Centelha diz: seja artista. O ego retruca: isso não é bom, não traz poder.

A Centelha novamente fala: deixe o amor se expressar através de você. O ego esbraveja: o amor é uma fraqueza.

Assim vamos nos tornando reféns desse pseudo Eu. Mas, ele não passa de uma fantasia, ele é a doença do homem. E, mais uma vez segundo as palavras do Mestre Osho: “‘Tornar-se alguém’ é a doença, e ‘ser’ é a saúde”.

Afinal, o que é o ego?

Não poderia ter referência melhor para defini-lo do que o livro do Osho, chamado “O livro do ego“.

Segundo cita neste livro, o ego é o oposto no nosso verdadeiro Ser. Trata-se de uma ilusão criada pela sociedade. A questão é que quando nascemos, deveríamos ser autênticos — sermos nós mesmos. No entanto, o que acontece é que a partir daí, um falso Ser surge.

Em torno desse Ser — desse nome — erguem-se ambições e condicionamentos. Essa vontade de ser o primeiro em tudo, de conseguir tudo na hora que quer e de “chegar sempre a algum lugar”, é coisa do ego. Essa é a origem de vários sofrimentos.

Para alcançar a realização e a plenitude, devemos começar a ignorar tudo o que a sociedade está dizendo. É preciso ouvir nosso verdadeiro Ser. Ele é soberano, ele é que deve reinar.

O ego vem do conceito de separação

No Universo há apenas uma onda. Desse ponto de vista, como admitir que possa haver alguma separação? Não há você e eu, nós e os animais, nós e Deus, você e os outros seres do Universo. Somos todos um.

Só que esse negócio de “sermos todos um” não agrada nosso ego. Ele quer ser único, poderoso, inigualável. Mas, ele não é. E sofre quando despertarmos e passamos a buscar a unidade com o Todo.

Mas Lidiane, se ele é tão ruim assim, porque existe?

O ego não é de todo ruim, além disso, faz parte de nós. No entanto, ele não é único e não pode querer “tomar o poder” do verdadeiro rei, que é a consciência (Centelha Divina).

Por isso, o professor Hélio Couto diz que precisamos ter um ego forte, pois apenas assim, ele é capaz de descer do pedestal em que se colocou e reconhecer que não é o dono da nossa vida. Uma pessoa com ego forte é aquela em que ele se rendeu à Centelha Divina.

Quando nos conscientizamos que não há separação, pois todos fazemos parte do Todo — todos estamos dentro dele — nos misturamos a tudo que existe. Tornamo-nos uma família cósmica. Então, o ego continua existindo, mas não da mesma forma. Ele se rendeu à vontade do Criador.

Por isso, o que ele quer nem sempre é o que o Universo quer. Enquanto não houver essa rendição, a vontade do ego não estará alinhada à vontade do Todo.

Muitas vezes, o nosso desejo não corresponde ao desejo do Criador porque no fundo quem está desejando é nosso ego. Quando colocamos nossa vida nas mãos do Todo, precisamos deixar esse “falso eu” de lado e permitir que o Universo traga o que é melhor para nós. Como falei em outro texto, damos um cheque em branco para o Todo e dizemos: vai, Pai, faz a tua vontade.

É assim que funciona. Por isso, muitas pessoas reclamam que o Universo não trouxe o que elas queriam. Havia uma divergência entre o que o ego queria e o que era melhor para essas pessoas segundo suas missões de vida.

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Sobre o Autor

Lidiane Franqui
Lidiane Franqui

Eu tenho uma missão e quero cumpri-la com amor e paciência. Cada texto ou reflexão minha é parte dessa missão e eu vos convido a fazer parte dela.

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