Dez regras para buscadores espirituais

Dez regras para buscadores espirituais

As dez regras dos buscadores espirituais, é um ensaio escrito por William Mistele. Foi traduzido e adaptado por mim para que possamos usufruir deste maravilhoso guia.

Segundo William, as regras são como um guia para iniciantes ou, ainda, uma carta para jovens discípulos.

Regra 10: Molde sua vida

Encontre algo que goste de fazer, que faça seu coração vibrar, como disse Osho. Algo que seja totalmente cativante e adequado para sua jornada. Na puberdade é justamente esse o caminho que devemos seguir: determinar o que queremos para nossa vida. Se não fazemos isso, nosso “castelo de cartas” tende a desmoronar.

Esta regra está associada a MALKUTH, o reino; a Terra — nosso mundo físico.

A virtude associada a ela é a experiência, enquanto os vícios são: ganância, inércia, ansiedade, insegurança.

Prática mágica:

Observe tudo o que você faz como um espectador desapegado, isto é, observe suas rotinas como se as estivesse praticando pela primeira vez.

Regra 9: Sinta-se em paz com você mesmo

O primeiro requisito para a jornada espiritual é sentir-se maravilhado, admirado pelo simples fato de estar vivo. Se você não sentir essas coisas e a paz e o contentamento interior que elas proporcionam, você não poderá dar seguimento à sua jornada espiritual.

Esta regra está associada a YESOD, ou seja, à Lua e a harmonia interior com o Universo. Se estamos em sintonia, proporciona força interior, automotivação, independência. Mas, se não estamos em harmonia com essas questões, vem a ociosidade, depressão e complacência.

Para explicar melhor, faça a seguinte análise: você não gosta de si mesmo? Possui auto-aversão? Tem problemas também de auto-aceitação? Tem dúvidas sobre continuar existindo sem as soluções dos Mestres e Gurus? Sente que o mundo lhe deve tudo o que teve que suportar?

Pois bem, saiba que o mundo não lhe deve nada!

Nesses casos, descubra quem o machucou ou prejudicou, resolver essas questões e depois simplesmente siga em frente. Essa é a atitude que deve tomar se quiser permanecer na sua jornada espiritual. Se não fizer isso, ela acaba aqui mesmo. Não espere que os outros preencham aquilo que você está perdendo em si mesmo. Eles não podem preecher seus vazios, porque eles não são você.

A Regra 9 exige que você entenda o desejo em todos os aspectos, detalhes, história, fibra e nuances. Você pode ser puro, devoto ou justo sem fazer isso.   Mas o espiritual será proibido para você — para os justos, o espiritual é um tabu. Para aqueles que não se aceitam, o corpo não é um templo — é uma armadilha que eles usam para enjaular e escravizar o espírito.

Em outras palavras, se você precisa de amor, um lar, um lugar para pertencer, encontre-o primeiro aqui na terra antes de procurá-lo no céu ou nos planos internos. O céu criou a terra para que você tivesse pelo menos uma chance de encontrar um lar.

É muito comum ouvir dizer: “Nossa morada está em Deus.” Mas veja bem: primeiro você precisa de uma consciência que abranja todas as idades do mundo antes de poder fazer isso. Se você não consegue lidar primeiro consigo mesmo, acaba tratando todos os outros como se fossem sua babá e cuidadores.

Prática mágica:  

Explore constantemente seus cinco sentidos — não há fim para suas revelações, sua sabedoria e o poder de suas transformações. Quão? Estude seus cinco sentidos como se suas percepções sensoriais fossem novas, desconhecidas e extremamente importantes para você. Separe alguns minutos todos os dias e aja dessa maneira.

Regra 8: Observe

A regra 8 está associada a HOD, o Mercúrio, a Glória, a busca pela verdade e pelo conhecimento. Nas suas virtudes, essa sephirot representa a sinceridade, a curiosidade, o poder comunicativo e entusiasta. Mas, no seu aspecto vicioso, relaciona-se à desonestidade, falsidade, ações inconscientes.

A dica desta regra é: antes de julgar alguma coisa, observe os dois lados da questão. Reflita e veja os pontos fortes e fracos antes de tomar uma decisão. Certifique-se de aprender a considerar a posição do outro e, em vez de simplesmente julgar, coloque-se no lugar dele. Essa regra nos convida ao “não julgamento” e a abrir mão dos preconceitos. A intenção é estar consciente das oposições, e não se deixar levar pelos pensamentos que não refletem nossa realidade.

Prática mágica:

Aprenda a parar sua mente de pensar, para que você possa simplesmente observar algo sem que os pensamentos interfiram. Todas as tradições mágicas repousam sobre esse fundamento.

Regra 7: Tenha empatia

A sétima regra está associada à Netzach — vitória, amor e auto-expressão harmoniosa. Vênus. Como virtudes, trabalhamos o altruísmo, a empatia, o equilíbrio, a harmonia pessoal e a beleza. Mas como vício, representa a luxúria, a obsessão, o egoísmo e o ciúme.

Na sua jornada espiritual, não furte a energia das outras pessoas para preencher aquilo que lhe falta. Em vez disso, desenvolva empatia — imagine que você é a outra pessoa, que experimentou tudo o que ela está passando.   Imagine ainda que você é o anjo da guarda dessa pessoa, o Eu Superior, e que as fontes internas de inspiração desta pessoa são suas.

Estabeleça uma conexão de alma com ela. Não brique ou manipule. Seja lá o que você faça, sempre retribua os outros, retribua a Deus, retribua a vida. E lembre-se de que há sempre uma forma de retribuir aquilo que nos foi dado.

Prática mágica:

É aqui em Netzach, sob a inspiração de Vênus, que começamos o ato da criação.  Fazemos isso através do poder da imaginação. Comece com a escuta ativa: aprenda a refletir para os outros seus pensamentos e sentimentos sem distorção ou redirecionamento. 

Depois, passe à capacidade de ondulação: sinta nos outros seus desejos e necessidades; e também, simultaneamente, sinta, sonhe e imagine para eles e em seu nome como seria agora, neste momento, se esses desejos e necessidades fossem satisfeitos e realizados.   

Apenas sinta, sonhe e imagine. Você não precisa expressá-lo. A vibração ou energia é comunicada de alma para alma, de coração para coração. O amor é fonte de sabedoria, poder e serviço. 

Regra 6: A pessoa que você deve ser

A sexta regra está associada à Tipareth — que representa o sol, a beleza e a harmonia do Universo. Como virtudes, trabalhamos em direção à resolução de conflitos. Meditação, reconciliação e inspiração. Como vício representa orgulho, arrogância, manipulação, vulnerabilidade e dominação.

A regra 6 é bastante direta: mantenha o mundo dentro do seu coração ou, pelo menos, uma pequena área do mundo em que você possa desempenhar um papel.

Veja como é e também como pode ser. E então conecte os dois através da sua arte. O que é essa arte? Em seu coração, seja um espelho tão claro, tão puro que a luz de Deus, do Ser Divino, da unicidade de todas as coisas, se reflita através de você.  Ou seja, encontre em seu coração um mar de amor e compaixão tão profundo que algo disso possa fluir através de você para o mundo sem que você sinta qualquer perda.

Em outras palavras, faça um presente para o mundo que celebra e expressa que o mundo divino e o mundo dos seres humanos não estão separados, mas estão unidos no presente que você dá, pela maneira como vive.

Não consegue encontrar essa fonte de inspiração? Ainda está possuído por você e por suas próprias necessidades de gratificação? Então, volte e comece de novo.

Prática mágica:

As regras 7 a 10 o levarão a esse fim: pensar os pensamentos em qualquer mente, sentir os sentimentos em qualquer coração e ver através dos olhos de qualquer ser. Não chegaram tão longe? É hora de começar.    

Você já ouviu o ditado: “Fique quieto e saiba que eu sou Deus“. Aqui em Tipareth, a regra é semelhante. É a regra que governa todos os professores do mundo: fique em seu coração tão quieto que a beleza do universo seja refletida através de você. O amor divino, a vontade divina, a sabedoria divina — eles não têm começo nem fim — deixam que algo da luz deles brilhe na e através da sua vida.

O exame final para essa regra é bastante simples: é meditar ou contemplar tão bem, com tanta familiaridade consigo mesmo, sentindo-se tão realizado (a qualquer momento que você desejar) que esteja além de todas as necessidades humanas. 

Nesse ponto, você está pronto para refletir algo maior através de si mesmo, sem contaminar ou corromper a luz ou o ideal.

Isso pode parecer um pouco difícil? Um pouco complicado? Um pouco demais para perguntar? Na verdade não.   

Apenas adquira o hábito de visualizar, imaginar, sentir e sonhar que você se tornou a pessoa que deve ser. Um minuto ou dois serve para começar. Faça uma programação. A pessoa que você deve ser não é algo em que você pensa. É algo que você imagina.

Regra 5: Não reclame

A quinta regra tem associação com a sephirot Geburah — que está relacionada à Marte, à severidade e ao autodomínio. Percebemos como virtudes: coragem, ousadia, vontade, determinação, proteção. E como vícios: medo, rigidez, crueldade, o desperdício de energia.

Esta regra diz: não lamente, não se culpe ou acuse os outros de serem menos valiosos ou importantes que você. Lembre-se de que é normal querer resolver os problemas, mas não perca energia reclamando deles. Quem almeija a tranquilidade espiritual, deverá vencer essa questão. E não há exceção a esta regra.

Volte para a regra 9 e tenha uma sensação de admiração com o mistério de estar vivo, caso contrário você estará desperdiçando o tempo de todos.

É como o centurião que falou com Jesus. Ele disse com efeito: “Eu sou homem de responsabilidade. Sei como o mundo funciona e faço meu trabalho com eficiência.   Assim, eu entendo como o mundo espiritual funciona — há uma analogia.

E Jesus respondeu: “Nenhuma fé maior eu vi em todo o Israel.”   E por implicação, Cristo estava dizendo: “Você, diferente de todos os outros, sabe que se você puder resolver problemas efetivamente no mundo físico, poderá fazer o mesmo no mundo espiritual. Você sabe disso porque vê em mim a mesma autoridade que estabeleceu sobre si mesmo”.

Você ainda se queixa da sua situação e se compara aos outros? Pense da seguinte maneira: no instante em que você abre a boca para reclamar o que o mundo espiritual ouve, você não está disposto a mudar.

Volte às regras 8, 9 e 10 e comece novamente. Você tem a mente de uma criança que depende dos pais para resolver seus problemas. Consequentemente, neste ponto, o mundo espiritual não é seu amigo. É seu inimigo.

Como posso dizer isso mais claramente? Você se aproxima do sagrado e ele o destrói porque sua personalidade não possui qualidades necessárias para suportar sua intensidade.

Prática mágica:

As regras de 10 a 6 deram uma amostra do que a vida tem em exibição. Agora é hora de dominar o básico — os quatro elementos: fogo, ar, água e terra.   

Fogo: vontade, poder, liderança, visão, energia ilimitada

Ar: uma mente clara, aberta, desapegada e curiosidade sem fim

Água: empatia, sensibilidade, tudo envolvido em se sentir vivo

Terra: trabalhando em coisas de valor que perduram no tempo

Se você é fraco em uma área, torne-se mais forte. Se você é negativo, refine-o para que fique mais puro. Quão? Estude e contemple os quatro. Observe a variedade e a maneira como eles são expressos de forma criativa. Então comece a fazer desses quatro uma parte do seu eu. Pergunte a si mesmo sobre o que você pode mudar e siga adiante.   

Tudo o que existe é expresso através dos quatro elementos. Domine isso em si mesmo. Não há fim para esta atividade.

Regra 4: Ajude os outros

A quinta regra tem associação com a sephirot Chesed — que está relacionada à Júpiter, à misericórdia e à riqueza em todos os sentidos. Percebemos como virtudes: liderança, carisma, generosidade e altruísmo. E como vícios: hipocrisia, tirania, corrupção.

Tente deixar o mundo um lugar melhor do que aquele em que você entrou. Isso é tão difícil de entender? Veja a regra 5 se você ainda acha que o mundo é injusto ou cruel.

Sinta que suas necessidades ainda não foram atendidas. Por que você deve ajudar os outros? Volte para a regra 9 e comece novamente a explorar a sensação de estar vivo.

Não se sinte totalmente vivo para não conseguir dar? Volte à regra 7, que oferece um sabor do céu através de uma conexão de amor pessoal.  Júpiter simplesmente oferece a muitos outros o que Vênus oferece a dois apaixonados uma chance de se transformarem através de uma conexão interior.

Devido à sua exploração dos quatro elementos na regra 5, você está naturalmente pronto para aprimorar, energizar e expandir os quatro elementos nos outros. Em tudo que você toca, a beleza flui através.

Prática mágica:

Planeje uma vida para si mesmo que permita acumular a experiência que o torna rico em corpo, alma, mente e/ou espírito. Em seguida, ofereça essa riqueza a outras pessoas de uma maneira benéfica e prática. 

Em outras palavras, responda à pergunta: o que estou fazendo todos os dias para me tornar rico de alguma maneira, para que eu possa dar essa riqueza a outras pessoas? Isso não é sobre você. Isso é sobre as necessidades dos outros.  

Deixar de seguir a regra 4 e o mundo espiritual fechará sua porta. As regras 3, 2 e 1 tratam você como você nunca fez.

Regra 3: Você está onde precisa estar

A terceira regra está associada à Binah — que representa Saturno, compreensão, iluminação no que se refere a adquirir uma perspectiva akáshica/cármica/cósmica. Como virtudes, trabalhamos em direção estabelecer a justiça. Diz respeito ao equilíbrio, a guardar as leis do universo, contemplação, humildade.

Como vício representa falha em assumir responsabilidades, angústia, tristeza, sentimento de abandono, falta de consciência, alienação.

É assim: antes de você nascer, havia um roteiro escrito para você. Forças estavam em jogo para garantir que você seguisse um determinado caminho. Não gosta do roteiro de vida que você escreveu? Não gosta das limitações que lhe foram dadas?

Esse é o ponto principal de Saturno: descubra o que você precisa aprender para ficar livre de suas limitações; reescreva o script que você está representando. O drama, como o carma, tem tudo a ver com as escolhas que você faz. Suas escolhas determinam quem você é. Faça escolhas diferentes e você se tornará uma pessoa diferente.

As pessoas me escrevem e dizem: “Eu não quero fazer o trabalho. Eu quero os resultados sem o esforço. Você vai me ajudar?”

Mas Saturno não é rápido e fácil. Isso torna as coisas mais lentas, para que você acerte na primeira vez. Não fale comigo. Fale com o akasha.

Akasha diz: “Você está exatamente exatamente onde precisa estar para aprender o que precisa saber.  Não é fácil. É sobre assumir a responsabilidade de mudar a si mesmo. Eu posso ser generoso, mas vou lhe dizer agora: Você nem se incomodaria em falar comigo se não tivesse um problema a resolver“.

“Você já foi informado do que fazer tome o negativo em si mesmo e faça-o positivo. Pegue o fraco e faça-o forte. Faça isso antes que sua vida termine”.

Prática mágica:

Identifique as lições mais profundas que você deve aprender nesta vida. Agora aprenda estas lições; reserve um tempo e faça o esforço necessário para se tornar quem você quer ser. Ninguém pode fazer isso por você. O ponto principal da regra 3 é que você aprende a ver o que precisa ser feito para viver em harmonia.

Regra 2: Ofereça-se para cumprir um proprósito divino

A segunda regra está associada à Chokman — que representa a sabedoria, você atingindo seu destino. Está associada às virtudes: fé, convicção, visão, consciência de uma missão divina, boas habilidades de escuta. Como vícios: falha na preparação, pouca dedicação a algo, falta de realizações.

Quer ajuda divina? Deseja entrar em contato e obter a assistência de espíritos e anjos em abundância? E então você pergunta: Como abro a porta?

Resposta: as atividades espirituais, no final, levarão você a um ponto de vista espiritual. Ofereça-se para cumprir um propósito divino.  Faça isso bem.  Convença as profundezas do céu e do inferno e você ganhará reconhecimento instantâneo — todos os espíritos e seres prestarão assistência e oferecerão seu serviço.

A propósito, sua felicidade não tem peso quando se trata de mudar o destino, quando o preço que você deve pagar é tão grande.

Considere voltar à regra 9. Você achará muito mais benigno. Como um rabino disse uma vez: “Nem sempre é bom ser amigo de Deus.”  Ele pode pedir que você dê muito mais do que pretende.

Você pergunta: por que você diz que é difícil? Não deveria ser tão simples quanto uma oração que voa sobre asas de amor ao coração de Deus?

Resposta: Lembra da regra 8? Aprenda a pensar dos dois lados. Considere o ponto de vista de um criador. Ele existe em um abismo de vazio que é pura felicidade. Sem formulários. Sem imagens. Nenhuma energia. Nenhum mestre, guru, grande irmandade, nenhuma linhagem, nenhuma tradição — nada para se apoiar.

Akasha é assim – você precisa ser nada (um espaço, um vazio, um vazio aberto) para que o que aparece dentro de você — a visão, o ideal, o destino, a grande obra — possa se manifestar superando toda oposição.

Você, suas necessidades, sua personalidade, não querem atrapalhar o que está procurando manifestar através de você.

Em outras palavras, se você quer tomar em suas mãos os poderes da criação, deve detê-los e usá-los exclusivamente para uma vocação divina.

Caso contrário, como os resgatados do Egito, você passará o resto da vida vagando em um terreno baldio de ilusão até morrer; ou, como aqueles levados para a Babilônia, você passa sua vida em uma terra estranha e não a sua, porque esqueceu a regra 3: tudo o que você precisa fazer é viver sua vida em harmonia, se quiser encontrar e ter um lar.

Prática mágica:

Ouça com atenção.  Os professores do mundo jogam esse jogo para fazer o mundo mudar — eles revelam a divindade dentro dos quatro elementos de maneira apropriada para a idade e a sociedade. Krishna preservou a luz na terra e buscou a paz através do elemento terra. Mas com tantos deuses e deusas hindus, Buda compensa revelando através do elemento da clareza da mente e do desapego aberto da iluminação, ou seja, o elemento ar.      

Moisés, através do elemento fogo, revela a vontade divina suficiente para sustentar a presença de Deus na Terra através de rituais e compromissos éticos. Cristo compensa com o elemento água para revelar que através do amor somos todos um com o outro.

Ou, se preferir, Lao Tzu, compensando a burocracia chinesa e a Ortodoxia Confucionista, estabeleceu o caminho da natureza em relação à água: deixe ir e flua e você encontrará o Tao muito mais cedo.           

A regra 2 é realmente bastante simples: assuma a responsabilidade pelo mundo — preserve seu equilíbrio; estabeleça a justiça e harmonia. Em outras palavras, preencha o que está faltando.

Você certamente pode fazer isso por si mesmo, sua família, seus amigos, seu grupo ou comunidade. Você também pode fazer isso pela sua sociedade. Simplesmente responda à pergunta: O que está faltando na minha vida (a vida dos meus amigos, meu grupo, minha sociedade, o mundo)?  Até onde você vai depende de quanta luz sua alma possa reter.      

Lembre-se da Regra 8: você deve parar de pensar, deixar de lado todas as suposições e suposições; ouça em um abismo como se nada mais existisse, apenas um vazio e um silêncio tão grandes que seja livre para abraçar os poderes da criação como eles se manifestam a você.

Então sua oração enviada com amor a Deus acima retornará a você, e dentro e através de você, com as asas de um anjo, o rugido de um leão, a força de um touro e os olhos de uma águia.

Em poucas palavras, ouça tão bem que o divino o considere parte do seu eu. 

Regra 1:

Finalmente, a regra 1 está associada à Kether — que representa a coroa, a unicidade de todas as coisas. Virtudes: consciência superior ou divina, as qualidades de um anjo da guarda, participação na Grande Celebração para a qual o universo foi criado.

Como vícios: confusão sobre as diferenças entre os mundos interno e externo, falta de respeito pelas limitações cármicas, falta de interesse em dominar habilidades básicas da vida.

Qual o propósito da vida na terra?

Quando ouço atentamente, é isso que a Deusa da Terra me diz: “É meu sonho que um dia uma raça apareça como deve ser — una com o universo.  E igualmente farão como eu: nutrir, apoiar, inspirar e guiar, para que todos possam se transformar na plenitude do tempo.”

Prática mágica:

Faça o que essa unidade faz — é uma contemplação em oração e uma emanação benevolente. Para adquirir esse sentido, comece imaginando todos com quem você gosta. Lembre-se dessas pessoas e revise suas experiências, necessidades, desejos, esperanças e sonhos de vida. 

De uma maneira orante, relaxada e contemplativa, imagine que você é um com eles e também que a vibração de sua consciência os inspira, os protege e oferece oportunidades de satisfação e realização de todas as formas imagináveis. 

Agora, gradualmente, estenda essa contemplação a outros.

 

Sobre o autor | Website

Estudiosa de Hermetismo, Alquimia, Tarô e Cabala. Interesse especial em Iconografia Alquímica. Idealizadora da Página Hermetismo e Alquimia, do Grupo de Estudos Herméticos conteudista do Projeto Mulheres da Magia.

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